(BIO)QUÍMICOS DE SUCESSO

Este é o espaço dado a antigos estudantes do DQB, que se têm vindo a destacar no meio profissional. Descobre de que forma o DQB contribui para formar profissionais bem sucedidos.

Anabela Viana

Anabela Viana licenciou-se em Química pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, em 1986. É atualmente Diretora Técnica e de Produção da empresa Lantal Textiles SA, recentemente adquirida por uma multinacional Suíça. Quando a empresa era detida a 100% pelo Grupo Amorim, à data Gierlings Velpor SA, fez parte do seu Conselho de Administração.

1. Como surgiu a oportunidade de ingressar na Gierlings Velpor? Respondi a um anúncio, fui a uma entrevista, fiz testes psicotécnicos e fui selecionada. 

2. Ser Licenciada em Química pela FCUP foi uma mais-valia para entrar no mercado de trabalho ? Sim, sem isso não poderia ter respondido ao anúncio, uma vez que era especificamente pedido. Embora não pareça, o setor têxtil tem uma componente química essencial. Os processos de tinturaria, estamparia, acabamentos e o ambiente, exigem sólidos conhecimentos de química. Mesmo assim, licenciei-me em Gestão pelo ISAG e realizei uma pós-graduação em Engenharia do Ambiente no ISCS, porque senti falta de conhecimentos nestas áreas, essenciais para um eficaz desempenho das minhas funções. 

3. De que mais gosta no DQB ? Do que mais gostei foi a maneira como me preparou em termos profissionais e de mentalidade. Deu-me competências para poder trabalhar em qualquer indústria e ser capaz de desempenhar qualquer cargo, desde a Qualidade, à Produção, à Direção Técnica, etc. 

 

4. Uma ideia para melhorar o DQB ? Do que menos gostei foi o grau de dificuldade das disciplinas, e da distância que existia, nos primeiros anos, entre os estudantes e os regentes das mesmas. 

 

5. Um Professor marcante do DQB ? O Professor Doutor Ribeiro da Silva, pelo modo como nos cativava, nos motivava e nos ensinava. Era uma pessoa muito humana e muito próxima dos estudantes.  

 

6. Uma Unidade Curricular preferida do DQB ? No meu tempo não existiam Unidades Curriculares, apenas disciplinas. As minhas preferidas foram as de Termodinâmica e as de Química Inorgânica, uma vez que envolviam matérias que me despertavam mais interesse, e eram lecionadas por professores mais cativantes.

 

Fábio Oliveira

Fábio Oliveira licenciou-se em Bioquímica pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, em 2012. Concluiu em 2014 o Mestrado em Técnicas de Caracterização e Análise Química, pela Universidade do Minho. Em 2016, integrou a equipa do Serviço de Enchimento como Gestor de 2 linhas de enchimento de cerveja e sidra. Atualmente, e desde 2019, assume a função de Gestor do Laboratório Central do Super Bock Group.

1. Como surgiu a oportunidade de ingressar no Super Bock Group? Surgiu através do DQB-FCUP. Apesar de ter ingressado no Mestrado da Universidade do Minho, a verdade é que nunca cortei a ligação umbilical com a FCUP. Quando estava no meu segundo ano do Mestrado, à procura de um tema para a dissertação, a Unicer solicitou ao DQB-FCUP um aluno que pudesse integrar o Laboratório Central para desenvolver um método analítico para a determinação de edulcorantes por HPLC-ELSD. O Professor Luís Guido sugeriu o meu nome, apesar de não ser o meu orientador oficial da Universidade do Minho,  e acabei mesmo por ser selecionado pela Unicer (Super Bock Group). Entrei na empresa em agosto de 2013 onde me mantenho desde então. 

2. Ser licenciado em Bioquímica foi uma mais-valia para entrar no mercado de trabalho ?  É algo que não tenho dúvida nenhuma em afirmar que sim. Para além de ser uma Faculdade que tem a reputação intrínseca de preparar bem os alunos para o mercado de trabalho, falando do caso que conheço, que é o curso de Bioquímica, trata-se de um curso cuja multidisciplinaridade permite que o aluno tenha a oportunidade de escolher no meio de um  leque de inúmeras opções de grande procura de mercado, aquela que tem mais aptidões para seguir. Eu costumava dizer que para mim um aluno de Bioquímica é um camaleão no mercado de trabalho, pois tem bases para se adaptar a quase qualquer área de trabalho.

3. De que mais gosta no DQB ? O que mais me agradava no DQB era a coesão/organização do espaço e pelo facto do mesmo ter tudo aquilo que um aluno necessitava sem ter de fazer grandes “deslocações”, desde a proximidade com os Professores, as áreas de investigação, a biblioteca, os auditórios e laboratórios. Tive a oportunidade de frequentar outras faculdades em Portugal, e este é um ponto que facilmente relevo no DQB. Por outro lado, tenho de enaltecer que nos meus anos como aluno sempre foi um Departamento que se esforçou por dar as melhores condições aos seus alunos, apesar de nem sempre ser possível fazer grandes investimentos de renovação tecnológica.

4. Uma ideia para melhorar o DQB ? É muito difícil responder a esta questão quando já lá vão quase 10 anos desde que frequentei o DQB/FCUP pela última vez. No entanto, recordo-me que um dos pontos que no geral era consensual entre os alunos era a qualidade da cantina e das suas refeições. Em relação ao DQB em si, como referi, não me recordo especificamente de algo negativo no meu passado como aluno, mas espero que hoje seja um Departamento que continue a apostar continuamente em matérias como Jornadas, palestras que permitam a partilha de experiência e conhecimento dos profissionais das áreas que estão no mercado de trabalho, possibilidade de Programa de Estágios ExtraCurricular (PEEC) como uma importante ferramenta de coaching pelo contacto com alunos mais velhos em projetos de investigação e diria mesmo de emancipação principalmente dos alunos que se encontrem na sua fase inicial da vida académica.

5. Um Professor marcante do DQB ? Destaco o Professor Luís Guido por toda a influência que teve na minha carreira académica e que mais tarde surtiu naquilo que é hoje a minha carreira profissional. 

6. Uma Unidade Curricular preferida do DQB ? Sem dúvida Química Analítica. Foi a área com a qual tive o primeiro contacto através de um Programa de Estágios Extra Curricular (PEEC) e desde logo decidi como Bioquímico que era a área através da qual me pretendia especializar, daí a decisão do meu Mestrado ter sido especificamente nesta área.

Jorge Ribeiro

Jorge Ribeiro licenciou-se em Química pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, em 1988. Atualmente, é Chefe de Laboratório da Refinaria de Matosinhos (Galp), onde coordena os Sistemas de Qualidade e as atividades de laboratório. Foi membro do Conselho de Representantes da FCUP entre 2016 e 2018. Tem participado, por convite, na lecionação de cursos de pós-graduação na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

1. Como surgiu a oportunidade de ingressar na GALPENERGIA? Enviei um CV e um pedido de estágio. Passado pouco tempo chamaram-me para desenvolver um trabalho relacionado com viscosidade de betumes. Posteriormente surgiu a necessidade do Laboratório arrancar com uma Unidade Piloto de destilação de petróleo bruto e, adicionalmente, começar preparar a acreditação do Laboratório. Gostaram do meu trabalho e fiquei.

2. Ser Licenciado em Química pela FCUP foi uma mais-valia para entrar no mercado de trabalho ? Claro que sim. A FCUP tem muito boa reputação e deve fortalecê-la articulando-se cada vez mais com Empresas e Instituições externas. Por outro lado, a Química é uma ciência fundamental, com uma aplicação abrangente na Sociedade: indústrias relacionadas, biotecnologia, ambiente, análise química, atividades forenses, arte, arqueologia, etc.

3. De que mais gosta no DQB ? Apesar do esforço que tem sido feito, penso que não tem divulgado (publicitado) eficientemente as mais valias do curso.

4. Uma ideia para melhorar o DQB ? Penso que a FCUP se deve aproximar mais da Cidade. Uma forma de o fazer é criar condições para que o espólio dos seus Museus possa ser visitado pelos portuenses (e não só): arqueologia, geologia, zoologia, etc.

5. Um Professor marcante do DQB ? Tive vários professores que muito apreciei mas não gostaria de destacar nenhum.

6. Uma Unidade Curricular preferida do DQB ? Do meu tempo, gostei muito de Química Física/Termodinâmica; é um tema que gosto muito pois permite explicar/interpretar muitos dos aspetos da nossa vida quotidiana.

Luísa Figueiredo

Luísa Figueiredo licenciou-se em Bioquímica pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, em 1997. Realizou o seu Doutoramento em malária  no Instituto Pasteur (Paris), tendo obtido o grau académico pelo ICBAS (2002). Seguiu depois para a The Rockefeller University (Nova Iorque, EUA), onde efetuou Pós-Doutoramento noutra doença parasitária, a doença do sono. É, desde 2010, Diretora de Laboratório no Instituto de Medicina Molecular – João Lobo Antunes.

1. Como surgiu a oportunidade de ingressar no Instituto de Medicina Molecular (IMM) ? Graças ao programa Ciência 2008, o IMM abriu posições para diretores de laboratório. Concorri e fui selecionada. Nessa altura (início da crise económica) muitas Universidades congelaram o recrutamento. Concorri a cerca de 4 instituições e tive duas ofertas. O IMM foi a oferta que mais me aliciou.

2. Ser licenciada em Bioquímica foi uma mais-valia para entrar no mercado de trabalho ? O meu mercado de trabalho foi ser recrutada para fazer o Doutoramento no Instituto Pasteur. Nessa fase, foi uma enorme mais-valia vir da Universidade do Porto. O meu orientador Alemão em Paris sabia que os estudantes desta Universidade tinham uma formação excelente e sólida nas áreas das ciências da vida.

3. De que mais gosta no DQB ? Atualmente, não sei! Infelizmente, não voltei ao DQB desde que saí da Faculdade. Mas guardo excelentes memórias dos bons tempos de estudante universitária, dos meus amigos, das anedotas/brincadeiras com alguns professores… o típico! A parceria FCUP e ICBAS dava-nos os melhores professores de cada Faculdade. Também exigia maior autonomia e organização porque as aulas eram em edifícios distantes, as secretarias eram diferentes, etc. O meu ano era espetacular! Fazíamos sebentas em grupo que foram partilhadas ainda durante os anos seguintes. Também organizamos a primeira viagem de curso ao Brasil!

4. Uma ideia para melhorar o DQB ? O grupo de antigos alunos poderia organizar convívios, convidar os antigos alunos a vir partilhar as suas experiencias com os atuais alunos (eu venho!) e até organizar sessões de fundraising. Teria presença no Twitter e outras redes sociais.

5. Um Professor marcante do DQB ? Das disciplinas gerais (1º ano) – Carlos Corrêa. Era um excelente comunicador e inspirador. Senão, nunca me teria interessado pela combustão do petróleo e os octanos! No final tive 18 e partilhei o premio do Prof. Doutor Fernando Serrão com o meu grande amigo Mário Gomes Pereira. Das disciplinas mais específicas (4ºano) – Maria João Saraiva. Era uma apaixonada pela Bioquímica. Ensinou-nos a estrutura dos aminoácidos com tal excitação, que ainda hoje sorrio quando tenho de pensar se a cadeia lateral de uma aminoácido é carregada, pequena, ou apenas um hidrogénio. (Nota: Maria João Saraiva foi docente do ICBAS)

6. Uma Unidade Curricular preferida do DQB ? Bioquímica II, lecionada pelo Prof. Moradas Ferreira. Era uma disciplina acerca do metabolismo. Havia muita matéria para aprender. Mas sobretudo havia o temível exame oral obrigatório. Esse exame obrigava-nos a saber muito bem a matéria para depois respondermos quais as adaptações metabólicas do nosso organismo em cenários imaginados pelo professor (ex. um atleta de maratona que chegava a casa e comia uma banana). Esse lado de ir além de apenas testar a matéria decorada, foi desafiante mas gratificante. (Nota: A UC Bioquímica II é lecionada no ICBAS)

Marta Araújo

Marta Carvalho Araújo licenciou-se (2006) e doutorou-se (2011) em Química pela FCUP. Atualmente, é Administradora Não Executiva da Castelbel, membro do Conselho Geral do Instituto Politécnico da Maia, Membro do Conselho Consultivo da Rede Mulher Líder (apoiada pelo IAPMEI) e Presidente do Conselho Fiscal da Sociedade Portuguesa de Ciências Cosmetológicas.

1. Como surgiu a oportunidade de ingressar na CASTELBEL ? No meu caso (tal como creio que em muitos casos!), a oportunidade nasceu de relações pessoais. Não foi propriamente uma “cunha”, no sentido pejorativo habitual do termo, mas sim uma “referência” ou “recomendação”, derivada da proximidade aos decisores. E, é claro, resultou de eu estar no sítio certo à hora certa: em 2011, quando acabei o Doutoramento e não consegui ter acesso a uma bolsa de Pós-Doutoramento da FCT, o meu marido (Professor Aposentado do DQB da FCUP) era um dos sócios minoritários da Castelbel e o maioritário era um senhor inglês, muito “fora da caixa”, que achava piada ao meu perfil igualmente “atípico”… creio que terá sido por isso que, quando a Diretora Comercial na altura (que também era inglesa) pediu para sair, eles me convidaram a assumir o cargo. Quer isto dizer que eu comecei “por cima” – num cargo de direção – porque tinha uma ligação direta aos donos da empresa. Nem todos (ou quase nenhuns!) têm essa felicidade… Depois, só tive de fazer aquilo a que me obriguei: provar que tinham feito a escolha certa! (risos)

2. Ser licenciada e doutorada em Química pela FCUP foi uma mais-valia para entrar no mercado de trabalho ? Não foi, pela razão que indiquei antes, uma mais-valia para entrar no mercado de trabalho, mas foi, certamente, uma mais-valia para vingar no mercado de trabalho.  A formação em Ciências deu-me algo que, eventualmente, outras áreas não cultivam, como pensamento científico (objetivo, racional, sistemático), capacidade analítica e raciocínio crítico (baseado, sobretudo, em lógica), que têm sido da maior importância para o meu sucesso profissional.

3. De que mais gosta no DQB ? Da descontração e sentido de pertença (ou seja, a sensação de que “estamos em casa”).

4. Uma ideia para melhorar o DQB ? Falando apenas do que vivi (porque não sei como funciona atualmente), parecer-me-ia importante que os alunos do DQB tivessem acesso a disciplinas mais focadas nas famosas “soft skills”, que depois lhes fossem úteis para o ingresso no mercado de trabalho e ao longo da carreira profissional. Poderiam ser as que eu frequentei em Londres ou outras, como Fundamentos de Empreendedorismo, Gestão de Equipas, Marketing e Vendas, Design Thinking e similares. E que essas disciplinas fossem lecionadas por profissionais com experiência prática na área (os chamados “practitioners”), porque a teoria é – obviamente – muito importante, mas, na vida real, não chega!

5. Um Professor marcante do DQB ? Parece muito mal eleger o meu marido, Aquiles Araújo Barros, ex-professor de Química Analítica? (risos)  É que ele foi, definitivamente, o que mais impacto teve sobre a minha formação (ao recomendar que mudasse da Licenciatura em Ensino de Física e Química para a Licenciatura em Química – Ramo Científico e ao acolher-me no grupo de Investigação que, na altura, liderava), sobre o meu sentido crítico (alertava sempre os alunos para a necessidade de, num exame, analisar criticamente o resultado final dos cálculos: nada o incomodava mais que a falta de cuidado, na resolução de um problema, em verificar se a ordem de grandeza do resultado fazia ou não sentido, no contexto prático da situação em estudo) e sobre o meu foco no que é mais importante (chamava-nos sempre a atenção para o peso do custo de cada solução no momento de tomada de decisões empresariais e era conhecido no meio estudantil como “o gajo do bom senso”, pela importância que dava à ponderação, ao senso comum, à análise multidimensional de cada situação, à necessidade de manter tudo em perspetiva.)

6. Uma Unidade Curricular preferida do DQB ? Química Industrial: uma disciplina opcional lecionada pelo Prof. Adélio Machado que, no 4º ano, apreciei pela diferença relativamente a tudo o que tinha aprendido até então e que, mais tarde, acabou por ser a mais próxima da minha realidade profissional.

Pedro Rodrigues

Pedro Rodrigues licenciou-se em Bioquímica (1996) e doutorou-se em Química (2003) pela FCUP. Depois de ter assumido, em 2016, a função de Diretor Industrial dirigindo a totalidade das 7 fábricas de bebidas do Super Bock Group, é atualmente o seu responsável pela Direção de Qualidade, Ambiente e Segurança.

 

1. Como surgiu a oportunidade de ingressar no SUPER BOCK GROUP ? Recebi convite a candidatar-me para um lugar na Direção de Qualidade do Super Bock Group (na altura Unicer – Bebidas de Portugal), ao abrigo de um programa de inserção de doutorados em empresas.

2. Ser licenciado em Bioquímica e doutorado em Química pela FCUP foi uma mais-valia para entrar no mercado de trabalho ? No meu caso foi sem dúvida muito importante. Eu durante o doutoramento tinha realizado trabalhos em parceria com a empresa. 

3. De que mais gosta no DQB ? Componente teórica e a qualidade do ensino nas ciências clássicas.Sentido de exigência e rigor, ajuda a formar pessoas resilientes. Forma bem pessoas. Nos conceitos teóricos, pois exige que saibam pensar e entender os fundamentos. Em trabalho de laboratório, pois é forte a sua componente de bancada e de relatórios (atenção pelos procedimentos e
resultados).

4. Uma ideia para melhorar o DQB ? Programas de tutoria para os professores (se ainda não os têm) e alunos de licenciatura. Fóruns de consulta às empresas. A adaptação dos conteúdos curriculares dos mestrados às potenciais entidades empregadoras. Promover Alunos/Departamento – Open Days para as Empresas/Empregadores. Direcionar estágios de mestrado e doutoramentos para programas com empresas (potencialmente) empregadoras ou potenciadoras de conhecimento organizacional/técnico e comportamental. Promoção de Spin-Off’s e empreendedorismo.

5. Um Professor marcante do DQB? No meu tempo, faz alguns anos, tive alguns: Aquiles Barros pelo entusiasmo e capacidade de interação; Maria Luísa Ferrão pelo conteúdo letivo, exigência dos exames e rigor pedagógico; Carlos Corrêa, um professor que sabia e era omnipresente, próximo de todos era um professor e um pedagogo.

6. Uma Unidade Curricular preferida do DQB ? Química Analítica, bem dirigida para a vida empresarial; Química-Física, com formação teórica muito forte, aulas teórico-práticas bem estruturadas e aulas práticas muito boas; Química Orgânica, com forte base teórica e aulas práticas que deram rotina laboratorial.